
Freqüentemente, o envelhecimento está associado à dificuldades de memória e também à lentidão de raciocínio. Nesse sentido, acredita-se que idosos apresentem dificuldades em lembrar e compreender situações novas que lhes são apresentadas de forma muito rápida. No entanto, quando o raciocínio exige mais rapidez são superados pelos jovens.
Alterações consideradas normais com a idade consistem, sobretudo, em pequenas alterações na memória e na redução da rapidez com que se processa a informação. Já perdas exageradas da memória podem significar um quadro mais grave e devem ser investigadas.

Algumas lembranças fazem referência a conhecimentos recentes. A este mecanismo chama-se memória de curto prazo. Outras lembranças, ao contrário, fazem referência a conhecimentos adquiridos há muito tempo.
Elas são armazenadas numa memória chamada de longo prazo. Assim, os idosos têm muito mais facilidade em buscar informações na memória de longo prazo.
Um tipo de memória de curto prazo, bastante afetada pelo avanço da idade, é aquela chamada memória de trabalho ou procedural.
É uma memória que torna o indivíduo capaz de realizar uma tarefa complexa que envolve duas ou mais atividades que precisam ser realizadas ao mesmo tempo.
Fortalecendo a memória
Algumas medidas podem ser tomadas, ainda, na juventude para fortalecer a memória, tanto a de curto prazo quanto a de longo prazo. Tal como a atividade física ajuda a manter o corpo em forma, também o exercício mental ajuda a manutenção da memória.